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Muita gente acredita que a esquerda conseguiu dominar narrativas em áreas estratégicas como universidades, cultura, sindicatos, movimentos sociais e parte da imprensa. Isso não aconteceu por acaso. Foi um trabalho de décadas, com formação de base, ocupação de espaços institucionais e construção de discurso consistente.

Se você olhar para partidos como o PT, por exemplo, eles investiram pesado em militância, comunicação e presença orgânica em comunidades. No campo internacional, pensadores como Antonio Gramsci já defendiam a chamada “hegemonia cultural”, ou seja, vencer primeiro no campo das ideias para depois vencer na política.

O que existe, na prática, é disputa de narrativa entre esquerda e direita. Toda corrente ideológica tenta influenciar valores, linguagem, educação e percepção social. A direita também faz isso, só que historicamente demorou mais para entender a importância da guerra cultural.

A pergunta estratégica não é “quem alienou quem?”. A pergunta inteligente é: quem está formando melhor? Quem comunica melhor? Quem cria comunidade? Quem ocupa espaço?

Política é construção de consciência coletiva. Quem investe em formação contínua, conteúdo, símbolos e pertencimento tende a ganhar influência.

Se tem uma lição aí é essa: ideias não vencem só por serem boas. Elas vencem quando são ensinadas, repetidas, defendidas e vividas.

Assista ao comentário de Pedro Cavalvante, na coluna O Brasil não é para amadores:


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