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| Gilson Machado e Mendonça Filho juntos durante evento político em Pernambuco./ Foto: Divulgação |
Ex-ministro de Bolsonaro passa a ser visto como peça estratégica na construção de uma possível chapa conservadora para as duas vagas do Senado em Pernambuco.
A disputa pelo Senado em Pernambuco começa a ganhar novos movimentos antes mesmo da definição oficial das candidaturas. Depois que Mendonça Filho passou a ser apontado como um dos nomes em discussão para disputar uma vaga no Senado em 2026, a atuação de Gilson Machado ganhou destaque nas articulações políticas do Estado.
Ex-ministro do Turismo e uma das principais lideranças ligadas ao eleitorado conservador pernambucano, Gilson vem trabalhando na aproximação de forças políticas e na construção de alianças que podem influenciar o cenário eleitoral dos próximos meses.
O movimento revela uma tentativa de unir dois perfis diferentes: a experiência política e administrativa de Mendonça Filho com a capacidade de mobilização e articulação de Gilson Machado junto a uma parcela dos eleitores pernambucanos.
A conexão com o movimento de Mendonça Filho
O Bora PE já havia mostrado que Mendonça Filho voltou ao centro das discussões políticas em Pernambuco diante da possibilidade de disputar uma das duas vagas ao Senado que estarão em jogo em 2026.
Leia também: Mendonça Filho entra na disputa pelo Senado e movimenta cenário político em Pernambuco
Agora, a movimentação de Gilson Machado acrescenta um novo elemento ao cenário: a construção de uma estratégia política capaz de reunir lideranças, bases eleitorais e grupos que buscam espaço na próxima eleição.
Gilson Machado e sua força eleitoral em Pernambuco
Gilson Machado ganhou projeção nacional durante o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro, quando ocupou o Ministério do Turismo.
Em Pernambuco, construiu uma relação forte com eleitores identificados com pautas conservadoras. Na eleição de 2022, disputou uma vaga ao Senado e obteve uma votação expressiva, consolidando seu nome como uma das lideranças desse segmento no Estado.
Sua atuação política nos últimos anos manteve seu nome presente nas discussões sobre os rumos da oposição pernambucana.
Mendonça Filho reúne experiência política
Com uma trajetória construída ao longo de décadas, Mendonça Filho acumula experiência como deputado federal, ministro da Educação e governador de Pernambuco.
O político volta ao debate estadual em um momento estratégico, em que os partidos começam a organizar seus projetos para 2026.
A disputa pelo Senado terá importância especial porque os eleitores pernambucanos escolherão dois novos representantes para a Casa.
A busca por união no campo conservador
Um dos principais desafios para o grupo será transformar articulações de bastidores em uma composição capaz de conquistar votos em diferentes regiões de Pernambuco.
A construção passa por diálogo com lideranças municipais, representantes políticos e segmentos da sociedade que buscam uma alternativa para a disputa estadual.
Nesse processo, Gilson Machado aparece como um nome importante pela sua conexão com uma parcela do eleitorado e pela capacidade de articulação política.
O eleitor no centro da disputa
Mais do que uma movimentação entre lideranças, a disputa pelo Senado envolve a expectativa dos eleitores sobre quem poderá representar Pernambuco em Brasília.
Para uma parcela do eleitorado conservador, a busca é por um nome alinhado às suas pautas e capaz de defender seus interesses no Congresso Nacional.
Até a definição oficial das candidaturas, o cenário ainda pode passar por mudanças. Mas uma coisa já começa a ficar evidente: a eleição de 2026 já entrou no radar dos partidos e das lideranças políticas pernambucanas.
A articulação entre Gilson Machado e Mendonça Filho mostra que o jogo começou a ser construído muito antes do dia da votação.
“Em 2026, Pernambuco escolherá dois senadores. Por isso, alianças e aproximações entre nomes da direita podem mudar o cenário da disputa.”
Enquanto os líderes partidários movimentam suas peças, o eleitor começa a observar quais nomes terão força para representar Pernambuco no Senado. A pergunta que cresce nos bastidores é: a direita pernambucana caminhará unida ou chegará dividida à disputa por duas cadeiras?





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