O prefeito do Recife, João Campos (PSB), enfrenta uma série de polêmicas que colocam sua gestão sob forte pressão política.
O caso mais recente envolve denúncias de irregularidades em nomeações de concurso público, resultando em pedido de impeachment, articulação para abertura de CPI e uma crescente pressão da oposição e da sociedade.
A principal controvérsia envolve a nomeação de um candidato para vaga de pessoa com deficiência, feita mais de dois anos após a homologação do concurso.
Vereadores apontam possível quebra da ordem de classificação e favorecimento, levantando suspeitas sobre a condução da prefeitura.
João Campos reagiu classificando as acusações como “oportunismo político” e afirmando que as ações seguiram a legalidade, mas o caso continua repercutindo.
Vereador Tiago Medina cobra investigação
Mesmo participando da caminhada pela liberdade ao lado de Nikolas Ferreira, o vereador Tiago Medina manifestou-se nas redes sociais em defesa da CPI, reforçando a necessidade de transparência e respeito ao concurso público.
Pressão nas redes sociais
A cobrança por transparência não se limita ao meio político. O influenciador Nido Badoque também entrou em cena, cobrando publicamente mais transparência da gestão e ampliando a repercussão do caso.
Silêncio de Tabata Amaral vira alvo de críticas
A deputada federal Tabata Amaral, noiva de João Campos, é cobrada por seu silêncio diante das polêmicas.
Críticos questionam a coerência do discurso ético da deputada, que costuma se posicionar firmemente contra adversários políticos.
Impacto político
Essas polêmicas ocorrem em um momento estratégico, com João Campos sendo visto como um potencial candidato a voos maiores e Tabata Amaral buscando consolidar sua imagem nacional.
Com a CPI em pauta e a pressão das redes sociais crescendo, o desgaste político se intensifica.
A pergunta que persiste é: Tabata Amaral vai se manifestar ou continuará em silêncio?
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