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| Edu Cabral, Ex-diretor Nacional de Políticas sobre Drogas do Governo Bolsonaro. Foto: Joálisson Farias/Arquivo Bora PE |
O Brasil precisa abrir os olhos.
Durante 30 anos, o chavismo escravizou a Venezuela, sustentado pelo narcotráfico, pelo chamado Cartel de los Soles, por milícias armadas e por uma ditadura que silenciou opositores, destruiu a economia e empurrou milhões de cidadãos para a miséria e o exílio.
A queda de Nicolás Maduro representa mais do que o fim de um regime. Representa o colapso de uma engrenagem criminosa e autoritária. Esse episódio precisa servir de alerta máximo ao Brasil.
Hoje, nossa nação enfrenta o avanço das drogas, do tráfico, das milícias e das facções criminosas, que não atuam apenas nas ruas, mas se infiltram na política, nas instituições e nas decisões do Estado. Onde o crime avança, a liberdade recua. Onde o narcotráfico prospera, a democracia morre.
Em apenas três anos, já foi possível compreender que governos alinhados a projetos socialistas e autoritários não combatem o crime com firmeza, relativizam a guerra às drogas, enfraquecem as forças de segurança e abrem espaço para o domínio do crime organizado sobre territórios, comunidades e consciências.
O Brasil não pode seguir esse caminho.
No Governo Bolsonaro, o país viveu uma política clara e firme de redução da oferta e da demanda de drogas, fortalecimento das forças de segurança, valorização das comunidades terapêuticas, prevenção, acolhimento e responsabilidade. Foi uma política que enfrentou o problema de frente, sem romantizar o crime e sem negociar com facções.
É esse modelo que precisa ser reativado e ampliado.
Defendo, de forma clara e inequívoca, que sob a liderança de Bolsonaro e com Flávio Bolsonaro à frente da Presidência da República, o Brasil impedirá a implantação de qualquer regime socialista, autoritário ou alinhado ao narcotráfico. Não permitiremos que o Brasil siga o mesmo destino da Venezuela.
Como Diretor Nacional de Políticas sobre Drogas no Governo Bolsonaro, afirmo: é urgente reconstruir uma política nacional firme, corajosa e responsável, baseada em:
Redução da oferta de drogas.
Redução da demanda.
Enfrentamento direto às facções e ao crime organizado.
Defesa da vida, da família e da liberdade.
Tolerância zero com o narcotráfico e seus aliados políticos.
A história nos deu um aviso claro. O povo venezuelano pagou um preço alto demais. O Brasil ainda tem tempo de escolher outro caminho.
Liberdade não se negocia. Soberania não se entrega. A Nação precisa despertar.
Edu Cabral
Ex-Diretor Nacional de Políticas sobre Drogas do Governo Bolsonaro.
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