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Depois de mais de um ano de trabalho, a Igreja Matriz de Santo Antônio, um dos símbolos históricos do Centro do Recife, foi oficialmente restaurada e devolvida ao povo pernambucano, nesta sexta-feira (16/01), pela governadora Raquel Lyra (PSD). O templo, que atravessou séculos de história, voltou a brilhar sem perder sua essência religiosa, cultural e artística.

A obra recebeu um investimento de R$ 3,4 milhões, por meio do Novo PAC, e foi realizada com foco em responsabilidade técnica e respeito ao patrimônio. A restauração não foi apenas estética. Ela teve o cuidado de preservar detalhes históricos, a identidade do local e o valor simbólico que a igreja representa para a cidade e para o estado.

Cultura não é discurso. Com a gente, ela vira obra, vira entrega e volta para o povo. Com as bençãos de Deus, de Santo Antônio, seguimos trabalhando para proteger o que nos forma e o que nos une. Diz publicação feita pela governadora no seu instagram.

Preservar um patrimônio como esse é manter viva a memória, fortalecer a cultura e garantir que as próximas gerações conheçam e se conectem com a própria história.

A entrega da igreja reforça a ideia de que cultura não fica só no discurso. Quando vira obra e chega ao povo, ela cumpre seu papel de unir, formar identidade e valorizar o que é nosso.

Atividades religiosas

Com a reabertura da Igreja Matriz de Santo Antônio, no Centro do Recife, a vida religiosa volta oficialmente para dentro do templo. Após o período de restauração, os fiéis poderão novamente participar das celebrações no espaço histórico que é referência de fé e cultura em Pernambuco.

A primeira missa após as obras será realizada neste sábado (17), às 8h. Durante todo o tempo de restauro, as celebrações continuaram acontecendo, mas foram transferidas para a lateral da igreja para garantir a continuidade das atividades religiosas.

Segundo o pároco Roberto Nogueira, nada muda na agenda das missas. Os horários seguem exatamente como antes. De terça a sexta-feira, as celebrações acontecem às 17h30. Aos sábados, às 8h. Já aos domingos, a missa é às 9h.

Para o arcebispo de Olinda e Recife, Dom Paulo Jackson, a entrega da igreja restaurada vai além da estrutura física. Ele destacou que o espaço representa fé, encontro, vida comunitária e a preservação do patrimônio histórico e cultural da Região Metropolitana e de todo o estado.

A reabertura marca o retorno completo de um dos templos mais tradicionais do Recife à rotina religiosa e à vivência da população.

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