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Gravação mostra mulher confrontando grupo de jornalistas após comentários sobre possível morte do ex-presidente; caso reacende debate sobre militância na imprensa.

O estado de saúde do ex-presidente Jair Messias Bolsonaro voltou a mobilizar apoiadores e gerar grande repercussão nas redes sociais nos últimos dias.

Bolsonaro foi levado para atendimento médico, nesta sexta-feira (13), após apresentar sintomas como dor de cabeça intensa (cefaleia), dores musculares, calafrios e episódios de vômito. O quadro levou à realização de exames e ao início de acompanhamento hospitalar.

De acordo com informações divulgadas por familiares, o ex-presidente acordou passando mal. O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) afirmou nas redes sociais que o pai apresentou calafrios e vomitou diversas vezes, o que levou à busca imediata por atendimento médico.

Após avaliação clínica, Bolsonaro foi internado no hospital DF Star, em Brasília, onde permanece sob cuidados médicos.

Boletim médico indica internação de pelo menos sete dias

O boletim médico divulgado pela unidade hospitalar foi assinado pelo cardiologista Brasil Caiado, pelo coordenador da UTI geral Antônio Aurélio de Paiva Fagundes Júnior e pelo diretor-geral do hospital Allisson B. Barcelos Borges.

Segundo os médicos, não há previsão imediata de alta, e o ex-presidente deverá permanecer internado por pelo menos sete dias, período necessário para acompanhamento da evolução clínica e resposta ao tratamento.

A orientação da equipe médica é manter monitoramento constante do quadro, aguardando a reação do organismo aos medicamentos.

Flávio Bolsonaro cobra prisão domiciliar

Durante conversa com jornalistas no hospital, o senador Flávio Bolsonaro voltou a defender que o Supremo Tribunal Federal conceda prisão domiciliar humanitária ao ex-presidente.

Segundo ele, a situação de saúde do pai exige acompanhamento mais próximo da família e de profissionais de saúde.

“Estão brincando com a vida do meu pai. O mínimo que ele deveria ter é essa domiciliar humanitária em casa, onde ele poderia ter acompanhamento permanente da família e assistência médica”, afirmou.

Moraes autoriza visitas, mas impõe restrições

O ministro do STF Alexandre de Moraes autorizou visitas da família ao ex-presidente durante o período de internação.

Ao mesmo tempo, determinou restrições ao uso de aparelhos de comunicação no quarto hospitalar e ordenou que a Polícia Militar mantenha vigilância permanente no local, com agentes posicionados na porta do quarto e equipes dentro e fora do hospital.

Visita de assessor ligado a Trump foi cancelada

O episódio de mal-estar ocorreu poucas horas depois de Moraes cancelar a autorização de visita ao ex-presidente.

A visita seria realizada por Darren Beattie, assessor ligado ao ex-presidente dos Estados Unidos Donald Trump.

Segundo informações divulgadas pela imprensa, o governo federal alertou sobre possível interferência estrangeira, o que levou o ministro do STF a revogar a autorização.

Histórico recente de problemas de saúde

Nos últimos meses, Bolsonaro já enfrentou outros episódios médicos enquanto estava sob custódia em Brasília.

Entre 24 de dezembro de 2025 e 1º de janeiro de 2026, ele chegou a ser internado e submetido a quatro procedimentos cirúrgicos.

Poucos dias depois, em 6 de janeiro, sofreu uma queda dentro da cela e bateu a cabeça em um móvel, o que provocou um traumatismo craniano leve.

Atualmente, o ex-presidente cumpre pena na unidade conhecida como Papudinha, onde possui acompanhamento médico.

A defesa já solicitou diversas vezes que Bolsonaro cumpra a pena em prisão domiciliar, mas os pedidos foram negados por Alexandre de Moraes após laudos médicos indicarem que ele teria condições de permanecer na unidade.

Vídeo em frente ao hospital gera revolta nas redes

Enquanto apoiadores acompanham com preocupação o estado de saúde do ex-presidente, um vídeo gravado em frente ao hospital começou a circular nas redes sociais e provocou indignação entre internautas.

Nas imagens, uma mulher confronta um grupo de pessoas que estariam reunidas no local, entre jornalistas e assessores, veja: 

Segundo o relato da própria mulher, ela teria ouvido comentários considerados desrespeitosos sobre o estado de saúde de Bolsonaro.

De acordo com o que afirma no vídeo, algumas pessoas teriam feito comentários mencionando a possibilidade de o ex-presidente morrer justamente em uma sexta-feira 13, além de fazer referência ao atentado a faca sofrido por ele durante a campanha presidencial de 2018.

Indignada, a mulher cobra respeito diante da situação e afirma que, independentemente de posição política, trata-se da saúde de um ser humano.

“Estamos falando da saúde de um homem. O que acontece com ele pode acontecer com qualquer um”, diz durante a gravação.

Debate sobre ética na cobertura jornalística

O vídeo rapidamente se espalhou pelas redes sociais e passou a gerar debates entre internautas.

Enquanto alguns criticaram o que chamaram de postura inadequada de parte da imprensa, outros pediram cautela antes de conclusões definitivas, destacando que o vídeo mostra apenas um trecho da conversa.

Até o momento, não houve confirmação oficial sobre a identidade das pessoas citadas na gravação, nem manifestação pública de profissionais mencionados nas imagens.

Mesmo assim, o episódio reacendeu nas redes sociais um debate recorrente sobre os limites entre cobertura jornalística, posicionamento político e ética profissional.

Expectativa pela recuperação

Enquanto o vídeo continua repercutindo na internet, apoiadores seguem atentos às atualizações sobre o estado de saúde do ex-presidente.

A orientação médica, por enquanto, é de acompanhamento clínico e observação da evolução do quadro, enquanto se aguarda a resposta do organismo ao tratamento.

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