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| Paulo Henrique Costa / Crédito: Divulgação |
Investigação aponta suspeitas de corrupção, lavagem de dinheiro e operações financeiras irregulares envolvendo banco público
A Polícia Federal deflagrou uma nova fase da operação que investiga o escândalo do Banco Master e prendeu o ex-presidente do Banco de Brasília (BRB), Paulo Henrique Costa, nesta quinta-feira (16).
A ação faz parte do aprofundamento das apurações sobre um esquema que pode envolver operações financeiras irregulares, corrupção e lavagem de dinheiro, com impacto potencial no sistema bancário nacional.
O QUE ESTÁ SENDO INVESTIGADO
De acordo com as investigações, o ex-dirigente é suspeito de:
* Autorizar ou facilitar operações sem lastro financeiro adequado
* Viabilizar transações entre o BRB e o Banco Master sob suspeita
* Participar, em tese, de um esquema com indícios de:
** corrupção
** lavagem de dinheiro
** atuação coordenada entre agentes públicos e privados
As autoridades também apuram se houve vantagens indevidas, incluindo a possível utilização de bens como forma de pagamento ilícito.
Importante: as acusações ainda estão em fase de investigação e não há condenação definitiva até o momento.
O CASO BANCO MASTER
O escândalo envolvendo o Banco Master ganhou repercussão nacional após a instituição entrar em colapso e passar a ser investigada por supostas irregularidades graves.
Entre os principais pontos sob análise estão:
* Comercialização de ativos de existência questionada
* Estruturação de operações financeiras de alto risco
* Tentativas de sustentação artificial de caixa
* Possível conexão com agentes do sistema financeiro
O empresário Daniel Vorcaro, ligado ao banco, já havia sido alvo de fases anteriores da operação.
NOVA FASE DA OPERAÇÃO
Nesta etapa mais recente, a Polícia Federal:
* Cumpriu mandados de prisão
* Realizou buscas e apreensões
* Avançou na coleta de provas documentais e financeiras
As diligências ocorreram principalmente no Distrito Federal e em São Paulo.
Além do ex-presidente do BRB, outros investigados também foram alvos de medidas judiciais, incluindo operadores financeiros suspeitos de intermediar as transações.
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