O ex-ministro do Turismo Gilson Machado Neto abriu o coração durante entrevista exclusiva concedida ao Bora Pernambuco, na noite desta quinta-feira (29), e emocionou apoiadores ao falar sobre prisão, liberdade, injustiça e a situação do ex-presidente Jair Bolsonaro.
Em um dos momentos mais fortes da conversa, Gilson revelou que ainda carrega marcas profundas do período em que ficou sem liberdade plena e afirmou que não consegue dormir sem pensar em Bolsonaro.
“Não consigo dormir sem pensar nele”, declarou.
Questionado pela colunista Gislaine Gomes do Bora PE sobre os desafios enfrentados pela direita nos últimos anos, Gilson respondeu de forma direta e sem esconder a indignação.
Segundo ele, mesmo após recuperar sua liberdade plena, ainda existe um sentimento difícil de explicar.
“A sensação que a gente tem é de ir pra casa pagando por algo que você não fez”, afirmou.
O ex-ministro também declarou que acredita na inocência de Bolsonaro e disse que ainda espera que a justiça seja feita.
Gilson relembra período sem liberdade
Durante a entrevista, Gilson Machado relembrou os meses em que ficou impedido de sair livremente do Recife e do país e contou que enfrentou momentos extremamente difíceis emocionalmente.
“Passei nove meses sem poder sair do Recife”, disse.
Em outro trecho marcante, ele afirmou que ainda sente “a garganta engasgada de liberdade”, frase que rapidamente chamou atenção pela carga emocional e simbólica.
O relato trouxe um tom mais humano à entrevista e mostrou um lado pouco visto publicamente do ex-ministro, conhecido pelo estilo irreverente e pela proximidade com Bolsonaro.
Assista:
Quem também abriu o coração e fez um forte desabafo após liberdade plena do seu pai foi Gilson Filho, assista:
Relação com Bolsonaro também marcou entrevista
Outro ponto que chamou atenção foi a forma como Gilson falou sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro. Segundo ele, Bolsonaro sempre teve prazer em estar perto do povo brasileiro e sente falta dessa conexão.
“Ele gosta tanto de andar no Brasil, gosta tanto de estar do lado do povo”, afirmou.
A declaração reforçou o discurso de aliados que enxergam Bolsonaro como uma liderança popular fortemente conectada às ruas.
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