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A medida de Luiz Inácio Lula da Silva de acabar com a taxa das blusinhas nas compras internacionais de até US$ 50 está sendo considerada eleitoreira, provocando reação no mercado interno de confecções e gerando, nesta quarta-feira, um desafio de Gilson Machado Neto ao presidente Lula.

Gilson reforçou que apoia a redução de impostos, mas afirmou que a medida não passa de uma ação eleitoreira e sem impacto positivo para os empresários dos polos de confecções do país.

“Quer ajudar o brasileiro? Olha para os empresários dos polos de confecções do país, Lula. Faz uma zona franca nos polos de confecções, começando por Santa Cruz do Capibaribe e Toritama, aqui em Pernambuco, sua terra também”, desafiou.

Assista:

O ex-ministro do Turismo e da Cultura, Gilson Machado Neto, lembrou que, durante o governo Jair Bolsonaro, houve redução do imposto sobre o querosene de aviação, o que, segundo ele, impactou em passagens aéreas mais acessíveis para os brasileiros.

Ainda segundo Gilson, em articulação com o então ministro da Economia, Paulo Guedes, foi mantida a taxação de 35% sobre confecções chinesas, ampliando a competitividade do mercado nacional.

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