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Em meio ao aumento do tempo de exposição das crianças às telas e às discussões sobre sedentarismo infantil, a Grow Happy transforma movimento em ferramenta de desenvolvimento, saúde e felicidade. Referência no Recife quando o assunto é atividade física infantil, a academia comemora neste sábado (23), seus 9 anos de história reforçando uma mensagem cada vez mais necessária para famílias e especialistas: criança precisa brincar, se movimentar e viver experiências reais longe das telas. 

O aniversário marca não apenas a consolidação da marca, mas também uma nova fase da academia, que nasceu de um sonho dos sócios Karina e Marcelo Lessa e hoje se destaca por unir atividade física, acolhimento e desenvolvimento emocional em um único espaço. 


Como parte das comemorações, a Grow Happy lança os mascotes oficiais da marca e o livro de colorir “Lucas e Mari em Vamos nos Exercitar Juntos”, uma iniciativa educativa que propõe, de forma leve e lúdica, um convite direto às crianças: trocar o excesso de telas pelo exercício físico, pelas brincadeiras e pela convivência. A proposta conversa com uma preocupação crescente entre pais e educadores sobre os impactos do sedentarismo e da hiperconexão na infância.

Mais do que estimular atividade física, o livro reforça hábitos saudáveis desde cedo, incentivando criatividade, interação social e qualidade de vida.

“Quando começamos, tínhamos um propósito muito claro: criar um espaço onde as crianças se sentissem felizes em se movimentar. Com o tempo, entendemos que nosso papel vai muito além da atividade física. Hoje, trabalhamos também autoestima, socialização, confiança e desenvolvimento emocional”, destaca Karina Lessa. 

Assista:


Ao longo dos anos, a Grow Happy construiu uma relação afetiva com centenas de famílias pernambucanas, apostando em um modelo que transforma exercício em diversão e desenvolvimento em experiência. 

E ainda segundo Karina Lessa, mais do que celebrar uma trajetória de sucesso, os nove anos da Grow Happy quer chamar a atenção dos pais para que em tempos de infância cada vez mais conectada às telas, é importante apostar justamente no caminho oposto: resgatar o brincar, o movimento e as experiências que fazem parte da memória afetiva de toda criança, o que na sua opinião faz toda a diferença.

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