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Povo cobra dignidade para Bolsonaro e questiona silêncio de parlamentares 


Um assunto tem dominado as redes sociais nos últimos dias e provocado indignação em milhares de brasileiros: a forma como o ex-presidente Jair Bolsonaro vem sendo tratado na prisão. Mais do que disputa política, o que se vê é um clamor popular por humanidade, respeito e dignidade.

Em postagens, comentários e vídeos que circulam intensamente na internet, a pergunta é uma só: onde estão os parlamentares eleitos com o apoio de Bolsonaro? Para muitos cidadãos, o silêncio ou as falas genéricas de deputados e senadores soam como abandono em um momento considerado crítico.

 Preocupação com saúde e isolamento

Bolsonaro tem 70 anos e enfrenta problemas de saúde desde o atentado sofrido em 2018, além de cirurgias recentes. Nas redes, apoiadores demonstram preocupação com o fato de ele estar sozinho em cela individual, sem acompanhamento constante, especialmente durante a noite. “Se ele passar mal, quem vai socorrer?”, questionam internautas. 
Outros comentários reforçam o medo de que o isolamento possa agravar seu estado físico e emocional. Para muitos, a situação é vista como desumana, independentemente de posição política. 

Direitos humanos não são opinião 

Especialistas em Direitos Humanos e Direito Internacional explicam que tratar presos com dignidade não é favor, nem opinião política. É lei. O Brasil é signatário de tratados internacionais que determinam que toda pessoa presa deve receber tratamento humano, acesso à saúde e proteção à integridade física e mental. Essas regras deixam claro que a pena é a perda da liberdade, não o sofrimento extra. Frases comuns nas redes como “cadeia é assim mesmo” ou “tem que pagar pelo que fez” não justificam maus-tratos, isolamento excessivo ou negligência médica. 

 Comparações e sentimento de injustiça 

Nas redes, muitos brasileiros também comparam a situação atual com a prisão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Mesmo reconhecendo diferenças nos processos, usuários afirmam que Lula não enfrentou o mesmo nível de isolamento, o que reacende o debate sobre tratamento igual perante a lei. Essa comparação aumenta o sentimento de injustiça e reforça a cobrança por critérios claros, humanos e legais no sistema prisional. 

Silêncio político incomoda eleitores 

Outro ponto que gera revolta é o comportamento de parlamentares ligados ao bolsonarismo. Para muitos eleitores, quem sempre falou em liberdade, Constituição e direitos individuais deveria, agora, se posicionar com firmeza. “Defender direitos humanos não é atacar a Justiça”, dizem internautas. Para eles, cobrar dignidade para um preso,  ainda mais um ex-presidente e idoso, deveria ser uma postura básica de qualquer representante eleito. 

A frase que virou símbolo de contradição 

Durante seu governo, Jair Bolsonaro repetiu diversas vezes a frase “ninguém fica para trás”, usada como símbolo de lealdade, união e compromisso com seus aliados e com a população que o apoiava. Hoje, essa mesma frase voltou a circular com força nas redes sociais, mas em tom de cobrança e ironia. Para muitos brasileiros, quem está ficando para trás agora é o próprio Bolsonaro. A ausência de manifestações firmes de parlamentares aliados transformou o slogan em um retrato do sentimento popular de abandono.

“Cadê o ninguém fica para trás agora?”, questionam internautas em postagens que se multiplicam diariamente. A frase, que antes representava força política, hoje é usada para expor o contraste entre o discurso do passado e a realidade atual do ex-presidente, preso, idoso, com problemas de saúde e, segundo seus apoiadores, submetido a isolamento e tratamento considerado desumano. 


 O debate vai além de Bolsonaro

O debate que cresce nas redes sociais vai além da figura de Jair Bolsonaro. 
A pergunta que fica é direta: se um ex-presidente pode passar por isso, o que acontece com o cidadão comum? Para a população que se manifesta online, o respeito à dignidade humana precisa valer para todos. A indignação mostra que, acima de ideologias, direitos humanos não podem ser relativizados.

O ex-diretor nacional de Políticas sobre Drogas do Governo BolsonaroEdu Cabral, publicou um vídeo em suas redes sociais no qual cobra deputados estaduais, deputados federais e senadores de direita por terem abandonado a defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro.

Em sua publicação, Edu afirma:

Acho que tenho o direito de cobrar dos nossos parlamentares mais resultados, mais respeito e mais humanidade com nosso amigo, irmão, líder, capitão e presidente Bolsonaro. Só existe injustiça contra ele. Essa prisão não é legítima. Muitas vezes vemos deputados que são verdadeiros reis dos likes e das hashtags simplesmente sumirem.

Em seguida, ele continua:

Todos os dias vemos a família Bolsonaro sofrendo e correndo riscos. Por isso fiz esse vídeo, cobrando mais atitude de alguns. Nas redes, vejo poucos realmente se movimentando e apoiando a família Bolsonaro, enquanto a grande maioria sumiu. Será que vocês realmente se importam com o presidente Bolsonaro ou ele só servia quando estava no cargo? Ou só serve em época de campanha? Alguns traidores já tiveram as máscaras arrancadas. Espero que os verdadeiros deputados bolsonaristas ajam para libertar o nosso Capitão o mais rápido possível, antes que seja tarde demais.

Edu finaliza reforçando o apelo com a hashtag: #BolsonaroLivre

Confira o vídeo:


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