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A Caminhada pela Liberdade, puxada pelo deputado federal Nikolas Ferreira, virou mais do que um ato simbólico. Ela acabou se transformando em um verdadeiro termômetro da direita brasileira, inclusive em Pernambuco.

Desde a largada, na segunda-feira, dia 19, algumas lideranças pernambucanas fizeram questão de caminhar ao lado de Nikolas. Entre os primeiros a se juntar ao movimento estão os vereadores do Recife Thiago Medina e Gilson Machado Filho; o vereador de Olinda Alessandro Sarmento, o ex-diretor nacional de Políticas sobre Drogas do governo Bolsonaro, Edu Cabral; André Correia, conhecido como Bolota, assessor do ex-ministro do Turismo Gilson Machado Neto; além do deputado federal Pr. Eurico, o deputado estadual Abimael Santos, Adilson Vitorino, vereador de Santa Cruz do Capibaribe e de Carla Vanessa, presidente do PL Mulher de Toritama e chefe de gabinete do deputado Abimael.

O grupo mostrou presença física, disposição e alinhamento claro com a pauta da liberdade, algo que pesou muito na leitura política do movimento.

Outros nomes importantes também se posicionaram. O Coronel Alberto Feitosa confirmou presença em Brasília neste domingo (25/1), no encerramento da caminhada. Já Gilson Machado Neto declarou apoio, mas está impedido de participar por decisão judicial. O Coronel Meira também demonstrou total apoio, porém passa por um período de recuperação cirúrgica. Márcio Guimarães, comandante do Artigo Um em Pernambuco, aos 71 anos, também manifestou apoio e foi citado publicamente por Edu Cabral durante o trajeto.

Há ainda lideranças que apoiaram o movimento, mas deixaram claro que não participariam presencialmente. Entre elas estão a deputada federal Clarissa Tércio e o deputado estadual Pastor Júnior Tércio.

Por outro lado, chamou atenção o silêncio de nomes de peso da direita pernambucana. André Ferreira, deputado federal, e Anderson Ferreira, presidente estadual do PL, não se manifestaram. O mesmo ocorreu com Adalto Santos, Alef Collins, Pastor Cleiton Collins, Joel da Harpa, Nino de Enoque, Fernando Rodolfo e Mendonça Filho. O vereador Felipe Alecrim e Técio Teles, presidente estadual do partido Novo, também optaram por não se posicionar.

Alguns casos ficaram no meio do caminho. Eduardo Moura, do Novo, publicou um vídeo reflexivo sobre a caminhada. Renato Antunes, deputado estadual, aceitou uma collab do movimento Direita Pernambuco em apoio ao ato, sinalizando simpatia.

No fim das contas, a Caminhada pela Liberdade revelou quem faz discurso, quem faz presença e quem prefere o silêncio. E na política, silêncio também comunica.

Assista o Bora Repórter, com Joálisson Farias

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