A Caminhada pela Liberdade, puxada pelo deputado federal Nikolas Ferreira, virou mais do que um ato simbólico. Ela acabou se transformando em um verdadeiro termômetro da direita brasileira, inclusive em Pernambuco.
O grupo mostrou presença física, disposição e alinhamento claro com a pauta da liberdade, algo que pesou muito na leitura política do movimento.
Outros nomes importantes também se posicionaram. O Coronel Alberto Feitosa confirmou presença em Brasília neste domingo (25/1), no encerramento da caminhada. Já Gilson Machado Neto declarou apoio, mas está impedido de participar por decisão judicial. O Coronel Meira também demonstrou total apoio, porém passa por um período de recuperação cirúrgica. Márcio Guimarães, comandante do Artigo Um em Pernambuco, aos 71 anos, também manifestou apoio e foi citado publicamente por Edu Cabral durante o trajeto.
Há ainda lideranças que apoiaram o movimento, mas deixaram claro que não participariam presencialmente. Entre elas estão a deputada federal Clarissa Tércio e o deputado estadual Pastor Júnior Tércio.
Por outro lado, chamou atenção o silêncio de nomes de peso da direita pernambucana. André Ferreira, deputado federal, e Anderson Ferreira, presidente estadual do PL, não se manifestaram. O mesmo ocorreu com Adalto Santos, Alef Collins, Pastor Cleiton Collins, Joel da Harpa, Nino de Enoque, Fernando Rodolfo e Mendonça Filho. O vereador Felipe Alecrim e Técio Teles, presidente estadual do partido Novo, também optaram por não se posicionar.
Alguns casos ficaram no meio do caminho. Eduardo Moura, do Novo, publicou um vídeo reflexivo sobre a caminhada. Renato Antunes, deputado estadual, aceitou uma collab do movimento Direita Pernambuco em apoio ao ato, sinalizando simpatia.
No fim das contas, a Caminhada pela Liberdade revelou quem faz discurso, quem faz presença e quem prefere o silêncio. E na política, silêncio também comunica.
Assista o Bora Repórter, com Joálisson Farias
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