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Ponte do Arruda / Foto: Matheus Ribeiro

Uso recorrente de reajustes em contratos públicos acende alerta nas redes sociais, gera cobrança política e aumenta a preocupação da população com o destino do dinheiro público. 


A gestão de obras públicas da Prefeitura do Recife tem sido marcada pelo uso recorrente de aditivos contratuais, que permitem ajustes de valores e prazos em contratos já firmados. Embora essa prática seja legal, ela gerou preocupações sobre o impacto no orçamento municipal e a necessidade de maior transparência.

Hospital da Criaça. Foto: Edson Holanda/PCR

Exemplos de obras impactadas: 


Ponte do Arruda: Em 2024, a obra viu seu valor inicial de R$ 8 milhões ser ampliado em mais de 25% devido a aditivos, gerando debate sobre a gestão dos recursos públicos. 

Hospital da Criança: A construção do hospital enfrentou um aumento de R$ 2,75 milhões em seu orçamento devido a aditivos, elevando o custo total da obra e provocando questionamentos sobre a gestão dos recursos públicos.

Habitacional do Pilar: Esta obra também teve um superfaturamento de R$ 1,1 milhão, evidenciando a necessidade de um controle mais rigoroso e maior transparência. 


Repercussão nas redes sociais e atuação política 


Esses exemplos geraram discussões intensas nas redes sociais e na Câmara Municipal, com vereadores como Eduardo Moura e Gilson Machado Filho cobrando maior transparência e explicações sobre o uso dos recursos. A população também tem se mobilizado para exigir um planejamento mais cuidadoso e uma fiscalização mais eficiente.


Conectando os Pontos, com Viviane Araújo:


No Recife, o uso recorrente de aditivos contratuais vai além da técnica e se conecta diretamente com o dia a dia da população. Cada obra com custo elevado reforça a importância de conectar os pontos entre a gestão pública, a política local e as necessidades da comunidade. A transparência e o controle são fundamentais para garantir que o dinheiro público atenda, de fato, às demandas da população. Porque obra pública não é favor, é dever, e transparência não é opcional, é obrigação.

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