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Professor revoltado com 0,37% de aumento do salário. Imagem: Arquivo/Bora PE.

A previsão de reajuste do piso salarial dos professores para 2026 já começou a gerar revolta. O motivo é simples. O aumento estimado é de apenas 0,37%, um percentual que não acompanha a inflação e mal aparece no contracheque.

O cálculo do reajuste segue a regra atual, que usa a variação do VAAF, um indicador ligado ao Fundeb. Quando esse índice cresce pouco, o reajuste do piso também fica travado, mesmo com o aumento do custo de vida e das despesas básicas.

Entidades que representam professores afirmam que esse modelo não garante valorização de verdade. Na prática, o professor trabalha mais, enfrenta salas cheias, estrutura precária e cobrança constante, enquanto o salário perde poder de compra.

Por isso, cresce a pressão para mudar os critérios de cálculo. A categoria defende que o piso tenha uma regra que leve em conta a inflação e a realidade do dia a dia, e não apenas um indicador técnico que ignora o bolso do professor.

Confira a edição desta segunda-feira (5) da coluna Seria cômico se não fosse trágico, com Gislaine Gomes

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