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| Foto: ilustração / IA / Bora PE. |
Trajetória de superação de Edu Cabral é alvo de acusações, enquanto atuação social reforça sua missão fora do ambiente político
Até onde vai a verdade e até onde vai a honestidade política?
Em meio à crise interna que abala o PL em Pernambuco, marcada por saídas, disputas e desgaste público, um novo capítulo chama atenção: o uso de ataques pessoais como estratégia política.
Nos bastidores, a avaliação é de que, diante da dificuldade de apresentar propostas ou uma trajetória sólida, alguns nomes do partido recorrem à velha política: tentar destruir reputações para ganhar visibilidade.
O caso mais recente envolve Edu Cabral, ex-diretor nacional de políticas sobre drogas e figura reconhecida por sua atuação na recuperação de dependentes químicos.
Assista a reportagem de Joálisson Farias, sobre o caso:
Com uma trajetória marcada pela superação, há 27 anos longe das drogas, Edu transformou sua experiência pessoal em missão pública, ajudando a estruturar políticas que impactaram milhares de pessoas no país. Um dos exemplos é a presença constante de Edu nas Fazendas da Esperança por todo Brasil, inclusive, no último domingo, ele esteve na únidade de Guaratinguetá/SP, veja:
Durante o governo Bolsonaro, seu trabalho foi amplamente reconhecido, inclusive pelo presidente, como referência na área de acolhimento de dependentes, com mais de 180 mil pessoas acolhidas, inclusive durante a pandemia.
No entanto, mesmo com uma trajetória consolidada, Edu foi alvo de insinuações. Uma pré-candidata ligada ao grupo político atual do PL em Pernambuco fez acusações insinuando uso de drogas e sugerindo um exame toxicológico. A reportagem tentou contato com Edu, mas ele, em missão na Fazenda da Esperança, informou que não pretende dar palco para quem busca visibilidade sem contribuição concreta. Informações extraoficiais indicam que medidas judiciais estão sendo avaliadas.
Aliados classificam o episódio como sintoma do desgaste político. “Quando falta história, sobra ataque”, diz uma fonte próxima. Para analistas, o paradoxo é claro: enquanto o discurso é de renovação, a prática repete velhos vícios da política brasileira.
A reportagem não obteve resposta do grupo político citado até o momento. O espaço segue aberto para eventuais manifestações. Assim, o debate se mantém no campo da política, mas a pergunta permanece: até onde a divergência legítima se confunde com a tentativa de destruir reputações? Caso os desdobramentos jurídicos avancem, a resposta poderá vir dos tribunais.
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