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| Gilson Machado defende debates obrigatórios para candidatos durante entrevista no podcast Dose Dupla./ Foto: Reprodução Gabinete |
Ex-ministro do Turismo e candidato a deputado federal afirmou que candidatos majoritários devem ser obrigados por lei a participar de debates e apresentar suas propostas ao eleitor
Durante entrevista ao podcast Dose Dupla, o candidato a deputado federal e ex-ministro do Turismo e Cultura, Gilson Machado, foi questionado pelo jornalista Ricardo Dantas Barreto sobre a possibilidade de o presidente Luiz Inácio Lula da Silva não participar de debates durante a campanha eleitoral.
Na ocasião, Gilson defendeu que a participação de candidatos majoritários em debates deveria ser obrigatória por lei. Para ele, os postulantes aos principais cargos eletivos precisam estar dispostos a apresentar suas propostas e responder aos questionamentos feitos por jornalistas e adversários.
“Tá aí um projeto de lei importante. Esses candidatos têm obrigação de serem transparentes em suas propostas e não ter receio de ser questionados”, afirmou Gilson Machado.
Segundo o ex-ministro, os debates são instrumentos importantes para que o eleitor possa conhecer melhor as propostas e posicionamentos dos candidatos antes de decidir seu voto.
Debates no centro da disputa eleitoral
A participação em debates costuma gerar discussões durante os períodos eleitorais, especialmente quando candidatos optam por não comparecer a determinados encontros.
Além da televisão, os podcasts e outras plataformas digitais passaram a ocupar espaço relevante na cobertura eleitoral, ampliando os formatos de entrevistas e confrontos de ideias.
Na avaliação de Gilson Machado, evitar esses espaços pode impedir que o eleitor tenha acesso a questionamentos sobre propostas, posicionamentos e decisões que poderão ser tomadas pelos candidatos caso sejam eleitos.
A defesa de uma eventual obrigatoriedade, porém, dependeria da criação e aprovação de uma mudança na legislação eleitoral.
A declaração foi dada durante entrevista ao Podcast Dose Dupla e repercute no cenário político em meio à preparação para a campanha eleitoral de 2026.





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