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O que aconteceu na Câmara do Recife hoje foi uma das cenas mais tristes da nossa democracia. Não bastou o atropelo contra idosos e cadeirantes às 7 da manhã. Uma das estratégias foi o silêncio forçado: só entrou quem foi a favor do prefeito João Campos.

A fila foi "peneirada". Enquanto o povo que queria fiscalizar o impeachment foi mantido do lado de fora sob o sol, as galerias foram tomadas por quem já entrou pronto para aplaudir. Edú Cabral e os vereadores de oposição, como Gilson Machado Filho, Eduardo Moura e Thiago Medina, denunciaram os maus tratos e a seleção arbitrária de público.

Desde quando a Câmara de Vereadores virou clube privado? Se o processo é transparente, por que o medo do contraditório? A democracia recifense hoje está do lado de fora, no asfalto, porque lá dentro, só entra quem tem a "benção" política.

Podem fechar as portas da Câmara, mas não podem fechar os olhos do povo. João Campos quer governar para todos ou apenas para quem não o contesta? A história está gravada!

Confira a 1ª parte da cobertura, no Bora Repórter, com Joálisson Farias


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