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Se você acha que política é só escolher um lado e torcer, precisa entender o que está acontecendo nos bastidores de Pernambuco. A estratégia agora é o que chamamos de capilaridade. Em vez de todo mundo ficar amontoado em um único lugar, a direita está se espalhando de forma inteligente por diversos partidos.

O Podemos, por exemplo, surge como um porto seguro para quem busca liberdade de ação. Neste sábado (26), em entrevista exclusiva a Joálisson Farias, do Bora Pernambuco, Gilson Machado Neto deixou claro que a ordem é agregar. Veja:

O partido tem recebido nomes de peso, como Robson Ferreira, de Santa Cruz do Capibaribe, Nena Cabral, de Paulista, Flávia Santos, do Recife, Dr. Marcos, de Petrolina, além de ex-prefeitas, deputados com mandato e um número recorde de coronéis como pré-candidatos. É um verdadeiro exército político se formando para furar a bolha e buscar votos onde a direita antes não chegava.

Por que isso importa? Porque, para vencer uma eleição de forma expressiva, como eles mesmos defendem, é preciso sair do óbvio. A meta não é apenas participar, mas construir uma base tão forte e diversa que a vitória se torne possível em todos os níveis.

Outro ponto importante foi a decisão de não ingressar no Partido Novo. Segundo Gilson, o partido já possui Romeu Zema como pré-candidato à Presidência, enquanto ele apoia Flávio Bolsonaro.

Ao lado do pré-candidato a deputado estadual Gilson Filho e do pré-candidato a deputado federal Robson Bezerra, Gilson Machado participou, neste sábado, do podcast Tá na Mesa, apresentado pelo advogado Ednaldo Emerson, com transmissão pela TV Caruara e pelo canal do portal Bora Pernambuco. Assista: 



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