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 Sabe aquela história de que a gente é o resultado das cinco pessoas com quem mais convive? No mundo dos negócios e da política, isso ganha um peso de tonelada. O caso do Nikolas Ferreira com o avião do Vorcaro, que veio a tona nesta terça-feira (03), é um exemplo clássico de como o passado pode ser lido com as lentes do presente.

Em 2022, Nikolas pegou uma carona aérea. Até aí, no calor de uma campanha ou agenda lotada, parece apenas logística eficiente, certo? O problema é que, quando o dono do transporte entra no olho do furacão tempos depois, a oposição e a opinião pública tentam ligar os pontos retroativamente.

A defesa do Nikolas é bem simples e lógica: ele foca na "imprevisibilidade". Ele está dizendo ao público que não se pode condenar alguém por uma associação que, no momento em que ocorreu, era perfeitamente comum. É uma aula de como tentar descolar a sua marca pessoal de uma crise que não é sua, mas que tenta te respingar. Veja:


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